RESPIRAVA-SE PROFUNDAMENTE UM CLIMA DE FAMÍLIA
O testemunho do diácono Ciro e de sua esposa Raffaella, da diocese de Milão, sobre a Sosta a Betânia para diáconos e esposas, realizada recentemente de 2 a 5 de janeiro, na Casa da Imaculada, em Vicenza.
Da experiência vivida durante a Sosta a Betânia para diáconos e esposas — “Vai, e faze tu o mesmo” (Lc 10,37) — junto à Pia Sociedade São Caetano, em Vicenza, levo comigo a certeza de que a Unidade na Caridade só pode se tornar concreta quando se tem um coração simples, alegre, humilde e fraterno, como transparecia nos olhos límpidos e profundos daqueles que me acolheram.
Diácono Ciro, de Milão, esposo de Raffaella
Senti-me amada, cuidada, pensada desde muito tempo nesta experiência da Sosta a Betânia, vivida de 2 a 5 de janeiro de 2026.
Um tempo intenso de gratuidade, oferecido justamente a mim, esposa de um diácono permanente.
O espaço dedicado ao tempo da “Sosta” foi cuidado nos mínimos detalhes: a lectio, a partilha, o testemunho, a visita aos lugares, o caminho, a oração, a convivência à mesa e o descanso.
Quanta beleza, quanta delicadeza e quanta preparação havia por trás de cada slide, cada fotocópia, cada canto… Respirei profundamente a liberdade de ser irmãos, família, Igreja.
Sinto-me edificada pelo dom que o Senhor me concedeu de conhecer um pedaço da Igreja por Ele querido.
Fortes foram para mim as palavras de dom Ottorino:
“Precisamos fazer uma revolução, porque já não basta mais uma vida cristã diluída.”
Raffaella, esposa de Ciro, diácono

