Conhecer e amar Jesus, fazê-lo conhecido e fazê-lo amado

É o nosso único grande ideal.

A Família de padre Ottorino lhe dá as boas-vindas e mal pode esperar para encontrá-lo pessoalmente.

29/09/2026

ACOSTUMAR-SE A NUNCA JULGAR



Filhinhos, procurem não ser pessoas que ficam julgando, que jogam julgamentos por toda parte. Jesus no templo “escutava e interrogava”
Lc 2,46. É sinal de sabedoria, sabem, saber escutar e saber interrogar.
Filhinhos, prestem atenção: até mesmo por esperteza humana, quanto menos falarem, e sobretudo quanto menos julgarem, mais autoridade terão, mais possibilidade terão de falar do seu Senhor.
Por isso, não queiram se mostrar sabichões, também porque é impossível hoje que alguém possa se sair bem em todos os campos do saber. E então a prudência ensina que ninguém deve dar julgamentos; que se mova com prudência e verá que nunca erra. Os julgamentos só devem ser dados quando necessário, mas não antes. Por quê? Porque poderia errar e passar a impressão de ser pessoa pouco equilibrada.
Sejamos espertos e não confiemos demais em nós mesmos. Se não for necessário, soltemos apenas os julgamentos que forem necessários.
Nunca julguem! Acostumem-se, em vez disso, a rezar; acostumem-se a oferecer sacrifícios; acostumem-se a entrar em contato com o Senhor e a estudar as coisas de Deus, mas não julguem.
O fato de não julgar não significa que devamos aceitar tudo de olhos fechados e pronto, quase sufocando a nossa personalidade; não nos entendam mal; não quero dizer isso, quero dizer que ninguém deve se colocar sobre o púlpito e espalhar sentenças para a direita e para a esquerda, porque essa atitude é improdutiva e, mesmo no plano humano, não traz nenhum ganho.
De fato, as pessoas estimam mais um humilde do que um sabichão e consideram muito mais sábia a pessoa benevolente do que aquela que fica soltando julgamentos continuamente.

M34, 2-3 de 5 de novembro de 1965

Trabalharemos juntos para levar ao mundo um pouco de caridade

Uma Igreja diaconal é uma Igreja que se coloca ao lado dos pobres e assume o seu olhar sobre a realidade, para interpretar os acontecimentos e as situações segundo o coração de Deus.

Aos Amigos leigos ele escrevia: “Trabalharemos juntos para levar ao mundo um pouco de caridade”. “A caridade é uma arma silenciosa: mas por si só suficiente para transformar o mundo”. De fato, a unidade na caridade é a centelha que deu origem à Congregação; é a “revolução” à qual dom Ottorino se sentiu irresistivelmente chamado e para a qual chamou também os primeiros colaboradores.

As meditações de p. Ottorino

"Fontes de inspiração de p. Ottorino" no original italiano

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